3 Mudanças que precisam ocorrer em Call of Duty

Enviado por: Redação gameLib
07/07/2014 19:21:17 0 / 0

A série Call of Duty abandonou claramente o foco em inovação a partir da edição Modern Warfare 2. Fãs do jogo, mesmo os mais xiitas, já estão cansados dos "repetecos atrás de repetecos" lançados pela Activision, empresa responsável pela franquia. Para que o sucesso da série continue, confira três mudanças que precisam ocorrer para os próximos lançamentos!


Campanhas com mais história

Ao invés de continuar batendo na tecla do "mais do mesmo", como se a fórmula ideal já tivesse sido encontrada pelos desenvolvedores, Call of Duty precisa urgentemente de histórias mais envolventes na campanha, algo para ir muito além de tiros e explosões para todos os lados. Nos últimos tempos, tornou-se praticamente impossível sentir algum tesão para ir até o final das histórias.

A solução para essa desilusão seria a Activision investir pesado novamente nas campanhas, pensando em quem gosta de jogar off-line e sente atração por se envolver em um enredo.

Quem acompanha Call of Duty desde os primórdios sabe que atualmente as campanhas dos jogos só servem como forma de encher linguiça, uma mera desculpa para se incluir na capa um "modo off-line".

É certo que após dez anos de estrada, fica difícil continuar lapidando novos argumentos com a mesma força do primeiro jogo, mas isso não é desculpa para afrouxar tanto a produção e decepcionar os fãs.


Multiplayer inteligível

Mudar para melhor é uma coisa, mudar e deixar as coisas terrivelmente complexas é outra. Em Call of Duty, o nível de personalização dos soldados chegou a um ponto em que não é demais pedir um pouco mais de inteligibilidade por parte de quem cria e desenvolve as estruturas de progressão das personagens dentro dos jogos.

Uma das principais queixas vindas de fóruns é a de que fica cada vez mais complicado criar uma classe de soldados na série.

Os desenvolvedores precisam urgentemente rever um dos principais pilares de Call of Duty, que é a acessibilidade. A cada nova edição do jogo, os mapas ficam com mais camadas, cheios de andares e muitos cantos que servem de brechas para "campers", aqueles jogadores que adoram ficar escondidos por trás de barreiras esperando a hora certa de alvejar ou esfaquear adversários sem partir para um ataque efetivo; em outras palavras, mapas assim acabam esfriando o jogo.

Uma das saídas mais promissoras para o multiplayer do jogo poderia ser transformá-lo em algo mais realista, mais próximo de um Battlefield, por exemplo.


Campos de batalha inéditos

A coisa mais chata de comprar um Call of Duty ultimamente é ver os mesmos campos de batalha, com os mesmos inimigos ou aliados e com a já manjada temática "antiterrorista".

Ao invés de focar o tempo todo em conspirações e fazer dos combates modernos algo irreversível, seria interessante se a Activision considerasse fases mais exóticas, mais históricas, como a passagem pelo Vietnã em Black Ops.

Enquanto os produtores da série não escutarem de fato seus fãs, Call of Duty corre o risco de se tornar um campo experimental para as alucinações futuristas dos senhores da guerra.

VEJA TAMBÉM:

>>> Snoop Dogg faz pacote de voz para CoD: Ghosts

>>> O Predador chegou a Call of Duty: Devastation

>>> Rapaz joga 16 h de Call of Duty e entra em coma

>>> [Call of Duty: Ghosts] Dicas para ser o melhor no jogo

>>> Call of Duty: Ghosts: como zerar os 1ºs 10 minutos

BETA
Comente pelo facebook
Clique aqui para comentar pelo sistema do gameLib
Top Games
Estamos no Facebook