Enviado por nint em 18/10/2007 às 18:12 (1 ano atrás)
Categoria: News > Playstation 3
Sony estuda trazer Playstation 3 ao Brasil
O presidente da Sony para a América Latina, Yoshito Ezure, afirmou nesta quarta-feira, em encontro com a imprensa em São Paulo, que a empresa estuda trazer o console Playstation 3 para o Brasil. Segundo ele, as principais dificuldades são produzir pelo menos parte do aparelho localmente e disponibilizá-lo por um preço razoável.
Quanto ao tempo para os estudos ocorrerem, não houve previsão. "Por mim, começaria amanhã, mas temos muitos desafios a enfrentar", disse Ezure. Atualmente, o Playstation 3 está disponível apenas por meio de importadoras, vendido por pelo menos R$ 2 mil.
Segundo Ezure, a pirataria não é um problema para a introdução do videogame no País, como foi com o Playstation 2. "Não acredito que haja pirataria de software para o Playstation 3 em nenhum lugar do mundo", afirmou.
O console faz parte do conceito HD World (High-defintinion world, ou Mundo Alta Definição) da Sony, que pretende interligar diversos aparelhos da empresa por meio da linha de televisores LCD Bravia, com novos modelos lançados ontem no Brasil.
O Playstation 3 pode ser ligado à tevê pela entrada HDMI, que mantém o sinal digital e a alta definição na execução dos jogos.
leandro, ja foi aprovada no congresso uma Lei que Beneficia os Games no Brasil. Mas ainda falta a aprovação na Camara dos Deputados e no Senado. Os impostos finais vão cair de 245% para 40% para cds e dvds de jogos (Não entra na lista Blue-Ray)
E ainda mais, depois dessa cartada do Governo, vai ser dificil não estar no BRASIL, 245% para 40%, poxa realmente não investir no pais é para empresário é pessimista demais. O Sony demorou, deveria ter lançado o PS1 aqui 1º, iria verder bem, principalmente para as crianças. Todo mundo sabe, DYNAVISION e MEGA DRIVE ainda são vendidos no pais, então se a SONY colocasse o PS1, em seguida o PS2, com certeza não teria sido nenhum problema a vinda do PS3, já que a empresa estaria mais solida e com certeza teria precionado a mais tempo o governo na redução dos impostos.